Inovações

A nova fronteira da medicina personalizada na oncologia brasileira

Pesquisas recentes em São Paulo revelam avanços significativos no mapeamento genético que permite tratamentos específicos para variações raras de tumores.

09 de jun. de 2026·6 min de leitura
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A nova fronteira da medicina personalizada na oncologia brasileira

Pesquisadores do Instituto do Câncer de São Paulo apresentaram, nesta semana, resultados de um estudo de coorte que acompanhou mais de 1.200 pacientes diagnosticados com tumores raros entre 2020 e 2024.

O mapeamento genético completo permitiu identificar mutações específicas em quase 68% dos casos, abrindo caminho para terapias-alvo que antes só estavam disponíveis em centros de pesquisa norte-americanos e europeus.

"Estamos falando de uma mudança de paradigma. Pela primeira vez, conseguimos pensar em um plano terapêutico baseado na biologia do tumor, e não apenas em sua localização anatômica", explica a Dra. Helena Mattos, coordenadora do projeto.

O próximo passo é a implementação da abordagem na rede pública via SUS, com expectativa de início ainda em 2026.

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