Novos protocolos de jejum intermitente e longevidade celular
Estudo de 5 anos com 800 voluntários esclarece o que funciona e o que é mito.
07 de jun. de 2026·4 min de leitura
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O maior estudo longitudinal sobre jejum intermitente publicado até hoje, conduzido pela Universidade de Stanford, encerrou sua fase clínica em 2025.
Os resultados mostram que protocolos de 16:8 e 18:6 estão associados a melhora consistente em marcadores de autofagia celular, mas o efeito sobre longevidade absoluta ainda carece de evidências definitivas.
Especialistas alertam que a prática deve ser sempre acompanhada e individualizada.
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